A partir de 2026, a Computação e a Educação Digital deixam de ser opcionais e passam a ser obrigatórias em todas as etapas da Educação Básica brasileira. A mudança está na Resolução CNE/CEB nº 2/2025, que integra à BNCC competências como pensamento computacional, mundo digital e cultura digital — e, no caso das redes públicas, vincula o cumprimento ao acesso a recursos do Fundeb.
- Para escolas e gestores, isso significa revisar o currículo, formar professores e estruturar a oferta dessas competências.
- Para quem pensa em empreender, abre-se um movimento claro: milhares de escolas passam a buscar parceiros capazes de implementar tecnologia, programação, robótica e inglês com qualidade. É exatamente nesse encontro entre obrigatoriedade curricular e demanda por parceiros que mora a oportunidade.
O que diz a nova regra da BNCC Computação?
A Resolução CNE/CEB nº 2/2025, publicada no Diário Oficial da União em março de 2025, estabelece as diretrizes para a Educação Digital e Midiática e consolida a Computação como área obrigatória da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Na prática, o que era recomendação passa a ser exigência.
Os pontos centrais da norma:
• Prazo: a adequação curricular deve ocorrer ao longo de 2025, com implementação obrigatória a partir de 2026.
• Abrangência: vale para todas as etapas da Educação Básica e para todas as redes — públicas e privadas.
• Três eixos estruturantes: Pensamento Computacional (lógica, algoritmos, resolução de problemas), Mundo Digital (redes, dados, funcionamento da tecnologia) e Cultura Digital (uso ético, seguro e crítico).
• Não exige um equipamento específico: a obrigatoriedade é pedagógica e curricular, não uma corrida para comprar hardware. Cada escola adequa conforme seu contexto.
• Redes públicas e Fundeb: a atualização curricular alinhada à BNCC Computação passou a ser condição para o acesso ao VAAR, uma das modalidades do Fundeb. Deixar de adequar pode reduzir repasses.
Em resumo: a partir de 2026, toda escola precisa ter, no currículo, competências de computação e educação digital estruturadas — da Educação Infantil ao Ensino Médio.
Por que essa obrigatoriedade vira uma oportunidade?
A exigência legal é uma coisa; a capacidade de executá-la é outra. Muitas escolas ainda não têm professores formados em pensamento computacional, material didático adequado nem uma trilha estruturada de programação e robótica. Implementar tudo isso do zero é caro, lento e exige expertise pedagógica que a escola nem sempre possui.
É por isso que a tendência natural é a busca por parceiros. Em vez de montar sozinha uma área de computação, a escola contrata uma solução pronta, alinhada à BNCC, com metodologia, material e professores especializados inclusos. Para quem quer empreender em educação, isso significa uma demanda nacional, recorrente e respaldada por lei — não uma aposta sobre tendência, mas um movimento já em curso.
O inglês já é obrigatório — e reforça a mesma tendência
A computação é a novidade de 2026, mas não é a única competência que a escola precisa entregar. O inglês já é língua estrangeira obrigatória nos anos finais do Ensino Fundamental desde a BNCC de 2017 — e segue sendo um dos principais critérios de escolha das famílias por uma escola.
Ou seja: a mesma escola que agora precisa estruturar computação também precisa garantir um ensino de inglês de qualidade. Os dois movimentos — tecnologia e idiomas — apontam para a mesma direção: escolas buscando parceiros especializados para entregar habilidades do futuro dentro da própria grade.
O que é o modelo for schools (a ponte entre a escola e a solução)
O modelo for schools é o formato em que uma franquia educacional leva soluções complementares para dentro de escolas e colégios parceiros, usando a estrutura e a base de alunos já existentes. A escola oferece a competência exigida com qualidade; a franquia opera com método validado, material e suporte.
No Grupo MoveEdu, duas marcas atendem exatamente as duas frentes que a legislação e o mercado pedem:
• Ensina Mais Turma da Mônica: leva robótica e programação para dentro das escolas no modelo for schools — diretamente conectada às competências da BNCC Computação.
• Yázigi for Schools: leva o ensino de inglês para colégios parceiros, com a metodologia Yázigi adaptada à grade curricular e resultados mensuráveis pelas escalas internacionais.
Juntas, cobrem o que as escolas mais precisam estruturar agora: tecnologia e idiomas.
O que o modelo for schools resolve para a sua escola?
Se você é diretor, coordenador ou mantenedor de uma escola regular, o for schools elimina a parte mais difícil da adequação:
• Currículo pronto e alinhado à BNCC: trilha estruturada de programação, robótica e/ou inglês, sem precisar montar do zero.
• Professores especializados inclusos: nós levamos nossos próprios professores, treinados na metodologia, para dentro da escola — sem você precisar montar ou capacitar equipe.
• Material e plataforma: conteúdo didático e ferramentas digitais já desenvolvidos.
• Resultados mensuráveis: no inglês, a evolução do aluno é acompanhada pelas escalas internacionais — um argumento concreto para as famílias.
• Implementação no seu ritmo: como a própria norma prevê adequação gradual, a escola adota a solução de forma planejada, conforme seu contexto.
O que esse cenário representa para o investidor?
Do ponto de vista de quem investe, o modelo for schools combina uma demanda criada por lei com uma estrutura de negócio enxuta:
• Baixo custo operacional: a operação acontece dentro da escola parceira — sem ponto comercial próprio nem aluguel de espaço exclusivo.
• Receita recorrente: contratos com escolas garantem base de alunos contínua e previsibilidade.
• Alta escalabilidade: um único franqueado pode atender várias escolas ao mesmo tempo, crescendo sem multiplicar os custos na mesma proporção.
• Demanda validada por lei: a obrigatoriedade da computação e do inglês transforma ‘interesse’ em necessidade concreta das escolas.
• Captação facilitada: a base de alunos das escolas parceiras elimina um dos maiores desafios de qualquer negócio educacional.
Por que investir em educação agora?
Educação é um dos setores mais resilientes da economia: a demanda existe em qualquer cenário e, agora, é reforçada por marcos regulatórios que obrigam as escolas a oferecer novas competências. Quem entra nesse mercado com uma marca consolidada e suporte completo encontra um caminho mais seguro do que começar um negócio do zero.
O Grupo MoveEdu reúne marcas validadas para diferentes perfis de investidor — Microlins, Prepara IA, Ensina Mais Turma da Mônica e Yázigi —, com modelos de negócio testados, suporte de franqueadora e praças disponíveis em várias regiões do Brasil. No modelo for schools, especificamente, o investidor surfa uma demanda que o próprio sistema educacional está organizando.
Perguntas frequentes
A BNCC Computação é obrigatória mesmo? A partir de quando?
Sim. A Resolução CNE/CEB nº 2/2025 torna a Computação e a Educação Digital obrigatórias na Educação Básica, com adequação curricular ao longo de 2025 e implementação efetiva a partir de 2026, em todas as redes — públicas e privadas.
A escola é obrigada a comprar equipamentos?
Não. A exigência é pedagógica e curricular, não a compra de um equipamento específico. Cada escola adequa conforme seu contexto, podendo usar desde computação desplugada até projetos de robótica e programação.
O que é o modelo for schools?
É o formato em que uma franquia educacional leva soluções complementares — como programação, robótica e inglês — para dentro de escolas parceiras, com metodologia, material e professores especializados inclusos, aproveitando a base de alunos já existente.
Qual a melhor franquia de robótica e programação para escolas?
A Ensina Mais Turma da Mônica é a franquia do Grupo MoveEdu que leva robótica e programação para dentro das escolas no modelo for schools. O conteúdo é alinhado às competências da BNCC Computação — pensamento computacional, mundo digital e cultura digital —, com material didático e professores especializados inclusos.
Existe franquia de inglês para escolas e colégios?
Sim. O Yázigi for Schools é a franquia de inglês para escolas e colégios do Grupo MoveEdu. Leva a metodologia Yázigi para dentro da grade curricular dos colégios parceiros, com resultados mensuráveis pelas escalas internacionais — ajudando a escola a entregar o inglês obrigatório da BNCC com qualidade.
Quanto custa uma franquia for schools?
O investimento varia conforme a marca, o modelo de operação e a praça. Uma vantagem do for schools é o custo operacional reduzido: como a operação acontece dentro das escolas parceiras, não há necessidade de ponto comercial próprio nem aluguel de espaço exclusivo, o que diminui o investimento inicial em relação a uma unidade física tradicional. Para conhecer os valores atualizados de cada marca da MoveEdu, fale com um especialista e receba uma simulação conforme o seu perfil e a sua região.
Quer dar o próximo passo?
É diretor, coordenador ou mantenedor de uma escola? Leve o modelo for schools para a sua escola e cumpra a BNCC com método validado.
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