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7 dicas para empreender na educação

Publicado em 3 de novembro de 2026

empreender na educação com uma franquia educacional
Foto de Carolina Beggo

Escrito por Carolina Beggo

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Para empreender na educação no Brasil, o caminho mais seguro começa por três decisões: qual segmento educacional atender (cursos profissionalizantes, idiomas, educação complementar ou tecnologia), qual modelo de negócio adotar (escola própria, franquia educacional ou negócio digital) e quanto capital investir, somando implantação e capital de giro.

As 7 dicas abaixo organizam essas decisões em ordem prática, com dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), do IBGE e da rede do Grupo MoveEdu.

Vale a pena empreender na educação no Brasil?

Sim, empreender na educação é uma alternativa com demanda consistente no Brasil, desde que o negócio seja escolhido com critério. Segundo a Pesquisa Trimestral de Desempenho da ABF, as franquias de serviços educacionais faturaram R$ 4,2 bilhões no 2º trimestre de 2026, alta de 11,8% sobre o mesmo período de 2025 — acima da média de 9,3% do franchising brasileiro (Exame, set/2026).

O número de unidades de franquias de educação também cresceu 5,5% no período. No 1º trimestre de 2026, o segmento já havia avançado 6,5% em faturamento, 5,3% em unidades e 4,9% em empregos diretos (Mapa das Franquias, set/2026).

Os percentuais da ABF são nominais, ou seja, não descontam a inflação. Mesmo assim, o desempenho mostra que a educação se mantém entre os gastos que as famílias tentam preservar em períodos de juros altos e crédito restrito — cenário descrito pela própria ABF no levantamento de 2026.

Crescimento do setor, porém, não elimina o risco individual. Segundo o IBGE, 60% das empresas brasileiras não sobrevivem após cinco anos de atividade (Exame/IBGE, dez/2024). Por isso, empreender na educação exige método: as dicas a seguir mostram onde estão as decisões que mais pesam no resultado.

Para um panorama completo dos números do setor, veja também o que os dados da ABF dizem sobre o franchising educacional.

Quais são os caminhos para empreender na educação?

Existem quatro caminhos principais para empreender na educação no Brasil:

— abrir uma escola ou centro de cursos do zero;

— investir em uma franquia educacional;

— criar um negócio digital, como uma edtech ou cursos online;

— oferecer serviços individuais, como aulas particulares e consultoria pedagógica.

Cada caminho combina de forma diferente investimento, autonomia e risco.

CritérioEscola própria (do zero)Franquia educacionalNegócio digital / edtechAulas e serviços individuais
Investimento inicialVariável; inclui criar marca, material e processosDefinido pela franqueadora na COFBaixo a alto, conforme tecnologiaBaixo
Marca e reconhecimentoPrecisa ser construídoJá existentePrecisa ser construídoReputação pessoal
Metodologia e materialDesenvolvidos pelo empreendedorFornecidos pela redeDesenvolvidos pelo empreendedorPróprios
Suporte e treinamentoNão háImplantação, gestão, marketing e pedagógicoNão háNão há
Autonomia de decisãoTotalDentro do padrão da redeTotalTotal
EscalabilidadeDepende de capital e gestãoPossível via multifranquiaAlta, mas com competição globalLimitada ao tempo do profissional

Nenhum desses caminhos é superior em todos os critérios. Quem valoriza autonomia total e tem experiência em gestão educacional tende a considerar a escola própria. Quem busca um modelo já testado, com marca, metodologia e suporte, tende a avaliar uma franquia educacional.

A comparação detalhada está em franquia ou negócio próprio: o que é mais lucrativo e em franquia educacional ou startup.

7 dicas para empreender na educação com mais segurança

As dicas abaixo seguem a ordem em que as decisões costumam acontecer, da escolha do segmento até a operação da unidade. Elas valem para quem quer empreender na educação com uma escola própria, mas foram pensadas principalmente para quem avalia uma franquia educacional.

1. Escolha o segmento educacional antes de escolher a marca

O primeiro passo para empreender na educação é definir qual necessidade o negócio vai atender. Educação profissionalizante, idiomas e educação complementar infantil têm públicos, ciclos de matrícula e motores de demanda diferentes. Escolher a marca antes do segmento é um dos atalhos que mais geram arrependimento.

SegmentoPúblico principalO que sustenta a demandaMarcas do Grupo MoveEdu
Educação profissionalizante e tecnologiaJovens e adultos, principalmente das classes C, D e EBusca por empregabilidade e qualificação para o mercado de trabalhoMicrolins e Prepara IA
IdiomasCrianças, jovens, adultos, escolas e empresasMenos de 5% dos brasileiros falam inglês; o Brasil ocupa o 75º lugar entre 123 países no EF EPI 2025Yázigi
Educação complementar e tecnologia infantilCrianças, famílias e escolas parceirasApoio escolar e inclusão da computação na educação básicaEnsina Mais Turma da Mônica

No ensino profissionalizante, a demanda está ligada ao déficit de mão de obra qualificada, tema detalhado em o maior déficit de profissionais dos últimos anos.

Em idiomas, o baixo nível de proficiência da população mantém espaço para crescimento — veja por que o mercado de franquias de idiomas cresce.

Na educação infantil complementar, a obrigatoriedade da computação nas escolas abre novas frentes, explicadas em BNCC Computação: o que muda nas escolas.

2. Decida entre abrir uma escola do zero ou investir em uma franquia educacional

Uma franquia educacional é um negócio em que o empreendedor licencia a marca, a metodologia e o modelo de gestão de uma rede já em operação, pagando taxas previstas em contrato. No Brasil, essa relação é regulada pela Lei de Franquias (nº 13.966/2019), que define as informações obrigatórias que a franqueadora deve apresentar ao candidato.

A principal diferença em relação a abrir uma escola do zero está na validação: em uma franquia, o modelo de negócio, o material didático e os processos comerciais já foram testados em outras unidades. Em uma escola própria, o empreendedor tem mais liberdade, mas assume sozinho o desenvolvimento de marca, currículo e captação de alunos.

Uma forma prática de decidir é responder a três perguntas:

— Você tem experiência prévia em gestão educacional?

— Quer construir uma marca própria ou prefere operar uma marca reconhecida?

— Tem capital para sustentar um período maior de validação até o negócio se pagar?

3. Valide a demanda da sua cidade antes de assinar qualquer contrato

Validar a demanda local significa confirmar que existe público suficiente, com renda compatível, para o curso que você pretende oferecer. Os pontos mínimos de análise são população e faixa etária do público-alvo, renda média, número de escolas e concorrentes diretos, polos de emprego da região e acesso ao ponto comercial.

Dados do IBGE Cidades ajudam a dimensionar a população por faixa etária, e uma visita a escolas, empresas e associações comerciais mostra a demanda real. Em redes estruturadas, a franqueadora costuma apoiar esse estudo e indicar se a praça comporta uma nova unidade.

No Grupo MoveEdu, essa análise conta com uma plataforma de inteligência geográfica, que cruza dados demográficos, de renda, de concorrência e de potencial de consumo por região para indicar os locais com maior potencial antes de o franqueado investir no ponto.

A presença das marcas do Grupo MoveEdu mostra que negócios educacionais funcionam também fora das capitais e dos grandes centros. A rede reúne mais de 100 operações da Ensina Mais Turma da Mônica, cerca de 400 da Microlins, 300 da Prepara IA e 240 do Yázigi, em municípios de todos os portes. Há inclusive formatos pensados para municípios menores, como mostra este vídeo sobre franquias para cidades pequenas.

Um levantamento do Grupo MoveEdu feito em novembro de 2026, que cruzou as unidades em funcionamento da rede com a população dos municípios no Censo 2022 do IBGE, mostra o peso das cidades menores no negócio:

Porte do município (Censo 2022)Participação nas unidades do Grupo MoveEdu
Até 50 mil habitantes19,1%
De 50 mil a 100 mil habitantes14,9%
De 100 mil a 500 mil habitantes35,7%
Acima de 500 mil habitantes30,3%

Fonte: levantamento interno do Grupo MoveEdu (nov/2026), com base na população municipal do Censo 2022 do IBGE.

A participação das cidades com menos de 100 mil habitantes varia conforme o segmento. Elas reúnem 27,7% das unidades da Ensina Mais Turma da Mônica, 38,6% da Microlins, 40,8% da Prepara IA e 16,3% do Yázigi.

4. Calcule o investimento total, o capital de giro e o prazo de retorno

O investimento para empreender na educação com uma franquia vai além da taxa de franquia. O valor total normalmente inclui taxa inicial, reforma e adequação do imóvel, mobiliário, equipamentos e tecnologia, marketing de inauguração e capital de giro para cobrir os primeiros meses até a unidade atingir o ponto de equilíbrio.

Para dar uma referência concreta, a tabela abaixo reúne os dados oficiais divulgados pelas marcas do Grupo MoveEdu na ABF Franchising Expo 2026:

MarcaSegmentoInvestimentoBreakevenPaybackMargem
Ensina Mais Turma da MônicaApoio escolar e tecnologiaA partir de R$ 99 mil6º mês12 meses30–40%
MicrolinsProfissionalizanteA partir de R$ 200 mil6º mês9–14 meses30–40%
Prepara IAProfissionalizante e tecnologiaA partir de R$ 200 mil4º mês8–12 meses30–40%
YázigiIdiomasA partir de R$ 190 mil8º mês18–24 meses30–40%

Breakeven é o mês em que a receita passa a cobrir os custos mensais da unidade. Payback é o prazo para recuperar o valor investido. No setor como um todo, a ABF aponta que 70% das franquias de educação atingem o breakeven em até dois anos (ABF).

Para comparar faixas de investimento em detalhe, consulte quanto custa abrir uma franquia de educação e o guia de como elaborar um plano de negócios.

5. Leia a Circular de Oferta de Franquia e converse com franqueados

A Circular de Oferta de Franquia (COF) é o documento em que a franqueadora apresenta, por escrito, as condições do negócio. Pela Lei nº 13.966/2019, a COF deve ser entregue ao candidato com pelo menos 10 dias de antecedência da assinatura do contrato ou do pagamento de qualquer taxa (Planalto).

Na leitura da COF, vale conferir com atenção:

— investimento inicial estimado e o que está incluído nele;

— taxas periódicas, como royalties e fundo de propaganda;

— território de atuação e regras de exclusividade;

— suporte oferecido na implantação e na operação;

— lista de franqueados atuais e de quem saiu da rede nos últimos 24 meses.

A conversa com franqueados em operação é a etapa que mais aproxima o candidato da realidade do negócio. Visitar unidades, perguntar sobre o tempo real até o breakeven e entender a rotina da operação ajuda a ajustar expectativas antes da assinatura. Na MoveEdu, franqueados e master franqueados recebem novos investidores para visitas às unidades.

6. Avalie suporte, metodologia e enquadramento regulatório

Suporte da franqueadora é o conjunto de serviços que a rede entrega ao franqueado: escolha do ponto, projeto arquitetônico, treinamento da equipe, material didático, sistemas de gestão, campanhas de marketing e acompanhamento pedagógico. Na prática, é o que diferencia uma marca licenciada de um negócio em que o empreendedor está sozinho.

No Grupo MoveEdu, a implantação é conduzida pela franqueadora junto com o franqueado, com um cronograma praticamente igual em todas as marcas. São quatro etapas de suporte:

— escolha e validação do imóvel;

— adequação arquitetônica da unidade;

— apoio no recrutamento e na seleção da equipe do franqueado;

— capacitação em três frentes: sistemas de gestão, pedagógica e comercial.

A MoveEdu acompanha o franqueado em todo o processo de implantação. Damos suporte desde a escolha e a validação do imóvel e a adequação arquitetônica até o recrutamento e a seleção do time. E fazemos, de forma muito intensa, a capacitação do franqueado e da equipe em sistemas, na parte pedagógica e na parte comercial, que são as três esferas do nosso negócio.

Camilo Carvalho, diretor de expansão do Grupo MoveEdu

7. Planeje a captação e a retenção de alunos desde o primeiro mês

Em um negócio educacional, a receita mensal depende de duas variáveis: quantos alunos entram e quanto tempo eles permanecem. Por isso, empreender na educação exige tanto uma estratégia comercial de captação quanto uma rotina de acompanhamento pedagógico que reduza a evasão.

Nas marcas profissionalizantes do Grupo MoveEdu, a principal alavanca para chegar ao ponto de equilíbrio é a macro captação de alunos: uma ação comercial intensiva, concentrada em uma semana, que termina com um sábado de atendimento aos pais e responsáveis para efetivar as matrículas. Como o método dessas marcas não depende da formação de turmas e o aluno começa as aulas imediatamente, a captação pode ser feita em massa, inclusive antes da inauguração.

Essa ação costuma fazer com que o franqueado atinja o ponto de equilíbrio. Tem franqueados que chegam lá já no terceiro mês, nos primeiros 90 dias. E as matrículas podem acontecer antes mesmo da inauguração: conversei recentemente com um franqueado que inaugurou a unidade com 80 alunos matriculados.

Camilo Carvalho, diretor de expansão do Grupo MoveEdu

A retenção tem impacto direto na previsibilidade. No Yázigi, a permanência média dos alunos é de 4,5 anos, considerada a menor taxa de evasão do segmento de idiomas. Indicadores como esses mostram por que contratos longos e relacionamento com a família ou o aluno pesam tanto quanto a captação inicial.

Quais erros são mais comuns ao empreender na educação?

Os erros mais comuns de quem decide empreender na educação estão concentrados na fase de decisão, não na operação. Os principais são:

— escolher o negócio apenas pelo menor investimento, sem avaliar o potencial de faturamento da praça;

— não reservar capital de giro para os meses anteriores ao breakeven;

— subestimar a área comercial — em escolas de cursos, captar alunos é uma atividade diária;

— assinar o contrato sem ler a COF com atenção e sem conversar com franqueados;

— superestimar a demanda local com base em percepção, e não em dados.

Evitar esses pontos não garante resultado, mas reduz os riscos que mais aparecem no primeiro ano de operação. O artigo o que nunca te contaram sobre ter uma franquia aprofunda esse tema.

Como o Grupo MoveEdu atua no empreendedorismo educacional?

O Grupo MoveEdu é o maior grupo educacional do Brasil, com mais de 1.200 unidades, mais de 6 milhões de alunos formados e mais de 20 anos de história. O grupo reúne quatro marcas franqueadas — Ensina Mais Turma da Mônica, Microlins, Prepara IA e Yázigi — que atuam em apoio escolar infantil, cursos profissionalizantes, tecnologia, idiomas e ensino superior. Conheça todas em nossas marcas.

Em 2025, o grupo faturou R$ 500 milhões e projeta crescimento de 20% em 2026. Entre janeiro e junho de 2026, foram 22 novas unidades inauguradas em 14 estados das cinco regiões do país (detalhes da expansão). A meta é chegar a 1.500 escolas até 2030.

Parte desse crescimento veio de aquisições, como a do Yázigi, marca reconhecida nacionalmente no ensino de idiomas (CNN Brasil). Outra parte vem dos multifranqueados: na Microlins, 60% dos franqueados operam mais de uma unidade — modelo explicado em multifranqueado: o que é e por que cresce.

Uma pesquisa qualitativa de jornada do franqueado, conduzida em 2026 pelo time de Marketing de Expansão da MoveEdu com franqueados da Prepara IA, ajuda a entender quem está empreendendo na educação hoje. Os perfis são variados: há educadores que identificaram uma lacuna de qualificação em tecnologia na própria cidade, empresários que já operavam outra franquia e profissionais da indústria em transição de carreira.

Na decisão de investir, três fatores apareceram com mais força:

— a análise financeira, com foco em rentabilidade e custo de instalação, como critério determinante;

— a conversa com franqueados com mais de dez anos de rede, vista como sinal de solidez da franqueadora;

— o posicionamento em tecnologia e inteligência artificial como diferencial da marca.

A pesquisa também mostrou que esses investidores pesquisam ativamente no Google, no portal da Associação Brasileira de Franchising (ABF) e em ferramentas de inteligência artificial, como o ChatGPT, antes de entrar em contato com a franqueadora.

Perguntas frequentes sobre empreender na educação

Preciso ser professor ou pedagogo para empreender na educação?

Não. Para empreender na educação com uma franquia, a formação pedagógica não é obrigatória, porque a rede fornece metodologia, material didático e treinamento da equipe. O papel principal do franqueado é a gestão da unidade: equipe, finanças e área comercial. Educadores, porém, costumam se identificar com marcas de educação complementar, como a Ensina Mais Turma da Mônica.

Qual o menor investimento para abrir uma franquia de educação?

Entre as marcas do Grupo MoveEdu, o menor investimento divulgado é o da Ensina Mais Turma da Mônica, a partir de R$ 99 mil. No mercado em geral, existem franquias educacionais em diferentes faixas; veja opções em franquias baratas e rentáveis até R$ 200 mil.

Curso livre precisa de autorização do MEC?

Não. Cursos livres, como informática, idiomas, preparatórios e reforço escolar, não dependem de autorização do Ministério da Educação para funcionar. A unidade precisa cumprir as exigências municipais comuns a qualquer empresa, como alvará de funcionamento e licenças do imóvel. Cursos técnicos, de graduação e de pós-graduação exigem instituição credenciada.

É possível empreender na educação em uma cidade pequena?

Sim. Cidades pequenas costumam ter menos concorrência e boa fidelização de alunos. O ponto central é dimensionar a unidade à população local. Na rede do Grupo MoveEdu, 53,3% das cidades atendidas têm menos de 100 mil habitantes (levantamento interno de nov/2026, com base no Censo 2022 do IBGE). A Ensina Mais Turma da Mônica, por exemplo, tem um formato de menor porte pensado para municípios menores.

Dá para ter mais de uma franquia educacional ao mesmo tempo?

Sim. O empreendedor que opera duas ou mais unidades franqueadas é chamado de multifranqueado. Esse modelo permite diluir custos de gestão e combinar marcas complementares — por exemplo, uma escola profissionalizante e uma de idiomas na mesma região. Na Microlins, 60% dos franqueados já são multifranqueados.

O que é macro captação de alunos?

Macro captação de alunos é uma ação comercial intensiva usada nas marcas profissionalizantes do Grupo MoveEdu para acelerar as matrículas de uma unidade. A ação dura cerca de uma semana e termina com um sábado de atendimento aos pais e responsáveis. Como não há formação de turmas, os alunos começam imediatamente, e a ação pode ser feita até antes da inauguração.

Como escolher entre as franquias educacionais do Grupo MoveEdu?

A escolha depende de quatro fatores: o público que você quer atender, o capital disponível, o porte da sua cidade e o seu perfil de gestão. Profissionalizante e tecnologia, idiomas e educação complementar infantil têm dinâmicas diferentes de captação e retenção. O guia como escolher entre as marcas do Grupo MoveEdu compara os quatro modelos lado a lado.

Próximo passo

Empreender na educação é uma decisão de médio e longo prazo, e as melhores escolhas começam com informação.

Se você já definiu o segmento que mais combina com o seu perfil e quer entender investimento, suporte e disponibilidade de praça na sua cidade, fale com a equipe de expansão do Grupo MoveEdu.

Tags:

empreendedorismo educacional, empreender na educação, franquia educacional, Franquias de Educação


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